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Este Blog é uma oportunidade de trocar experiências com aquelas que já passaram, estão passando ou ainda passarão por pequenas grandes alegrias, surpresas e aventuras do dia a dia de ser mãe, mamãe, mamãezinha. Sejam todas muito bem vindas!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

BRINCADEIRA NO QUINTAL

Final de tarde gostoso aqui em casa.
Tempo bom.
Criançada cansada de fazer nada.
Quintal dando sopa...
Vamos brincar de bolinhas, então!
Na verdade, era pra pegar uma ou duas bolinhas de cada vez e ir brincando (de leve). Mas, de repente, Lívia resolveu virar TODAS as bolinhas pelo quintal!!!
Virou festa!
Lucca se arrastou rumo às bolinhas que rolaram pelo chão...
Lívia vibrou com a bagunça!
Conclusão: vejam as fotos!
Olha a cor das crianças...
(Ps. fiquei com vergonha de colocar a cor da BOCA do Lucca).
Valeu!
Afinal, everything is washable...









sábado, 19 de novembro de 2011

QUERO SER UMA TELEVISÃO

Na sala de aula, a professora pediu aos seus alunos que fizessem uma redação e que na mesma expressassem o que gostariam que Deus fizesse por eles. Já em casa e quando corrigia as redações dos seus alunos, deparou-se com uma que a deixou muito emocionada. O marido, nesse momento, entrou na sala onde ela se encontrava e vendo-a a soluçar, perguntou-lhe:
- O que aconteceu ?
Ela respondeu-lhe:
- Lê ! – passando-lhe uma folha de papel.
É a redação de um aluno meu.

O marido pegou na folha de papel que ela lhe entregava e começou a ler.

“SENHOR, ESTA NOITE PEÇO-TE ALGO DE MUITO ESPECIAL: TRANSFORMA-ME NUMA TELEVISÃO.

Quero ocupar o espaço dela.
Viver como a televisão da minha casa vive.
Ter um lugar especial para mim e reunir a minha família em redor.Ser levado a sério quando falar … ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções ou perguntas. Quero receber a mesma atenção que ela recebe quando não funciona. Ter a companhia do meu pai quando ele chega a casa, mesmo que esteja cansado
Que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar.
E ainda, que os meus irmãos “briguem” para poderem estar comigo.
Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo.Por fim, que eu possa divertir a todos. Senhor, não te peço muito …Só te peço que me deixes viver com intensidade, o que qualquer televisão vive!”

Quando terminou a leitura, o marido virou-se para a professora e disse:

- Meu Deus, coitado desse menino. Que pais ele tem!

A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro:

- Essa redação pertence ao nosso filho !

Senhor, me dê sabedoria e sensatez para que meus filhos nunca queiram ser uma televisão, ou um notebook, ou um facebook, ou um scrapbook...

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

VALORES PARA ENSINARMOS ÀS CRIANÇAS DESDE SEMPRE!

fonte: http://www.bebe.com.br/
Não é segredo para ninguém: educar uma criança é difícil. Requer persistência e dedicação dos pais, principalmente para ensinar valores importantes para o futuro dos pequenos, como amor próprio, autocontrole, respeito ao próximo e honestidade. O aprendizado não acontece da noite para o dia, e sim ao longo da vida, segundo a pedagoga Isabel Parolin, de Curitiba. Daí a importância de persistir nas mensagens que deseja transmitir e repetir mil vezes cada não, por mais difícil que seja.



“A família tem um papel extremamente importante na formação do indivíduo, mas há influências de outras pessoas, como professores, avós, babás... E elas podem ser positivas ou negativas”, explica a educadora Claudia Coelho Hardagh, de São Paulo. Veja, então, a descrição de cada valor e como ensiná-los aos pequenos desde cedo:


1. Amor próprio
Amor próprio pode ser identificado como sentimento de autopreservação, que impede que as pessoas se envolvam em situações de perigo que possam ameaçar o equilíbrio emocional delas. Nas crianças, é algo mais sutil, tem a ver com a construção da autoestima e na confiança da própria capacidade para enfrentar diferentes situações.
Na prática: Tudo isso é adquirido por meio de elogios e incentivos para enfrentar as dificuldades. E, perante alguma situação em que a criança agiu de forma errada, é importante criticar o comportamento dela, pontualmente, e não sua personalidade, de forma geral. “O mesmo vale para os elogios: tanto a falta quanto o excesso só atrapalham”, diz Isabel.


2. Autocontrole
É a capacidade de controlar, racionalmente, as reações ligadas a emoções, afetos e sentimentos. É por meio do autocontrole que a criança descobre seus limites, elege prioridades e traça suas metas e seus objetivos.
Na prática: Ensiná-las a ter autocontrole, porém, não é fácil. Você precisará enfrentar a fase da birra, persistindo com sua opinião e forma de educar. Se a criança agir errado e fizer manha, converse, mostre em que ela errou e coloque-a para pensar. Exija que ela peça desculpas, mas que entenda o motivo de ter que se desculpar. Tenha em mente que bater não resolve em nada o problema, ok?


3. Escolha
Desde bem cedo, é importante mostrar para a criança que ela não pode ter tudo o que quer e, por esse motivo, deve praticar o exercício da escolha, seja em relação a suas vontades, seja no que se refere a objetos, brinquedos etc. “Ensine ao pequeno que uma escolha é sempre, também, uma perda: ‘Lembra que você escolheu isso? Então é isso que você terá’”, sugere Isabel. O exercício de escolhas está ligado ao de autocontrole. Se a criança chorar, fizer birras, será preciso acalmá-la para explicar os prós e os contras de sua decisão.
Na prática: É muito comum, na fase de 3 a 4 anos, a criança ter dificuldade de dividir seus brinquedos e não emprestar para seus amigos. Essa é a oportunidade para mostrar que ela pode escolher dividir suas coisas ou ficar sozinha, sem amigos. “Explique que fazer acordos é algo admirado pelas pessoas e que vale a pena”, diz Claudia.


4. Honestidade
Não há uma definição única para a honestidade. É um valor ético, fundamental para o convívio social. Ensinar à criança o que é honestidade leva tempo e depende de suas próprias atitudes, exemplos e conversas.
Na prática: É comum crianças pegarem objetos, brinquedos dos coleguinhas da escola e levarem para casa. “Isso ocorre porque não há entendimento de propriedade, até porque, na escola ou no clube, brincam com tudo sem perceber que os objetos pertencem a alguém”, explica Claudia. Cabe aos pais mostrar que aquilo não é da criança, fazerem com que ela perceba o erro e devolva o objeto, pedindo desculpas. Esse processo deve ser educacional, e não um castigo causador de brigas. “Se a atitude persistir, a conversa pode ser mais rígida”, orienta Claudia.


5. Jogo de cintura
O jogo de cintura nada mais é do que ter flexibilidade, ou seja, capacidade de driblar situações de conflito. Para as crianças, é preciso ensinar seu significado desde cedo para que aprendam que suas vontades não serão sempre atendidas, mas que, ainda assim, terão escolhas e devem agir educadamente.
Na prática: Você não conseguirá ensinar seu filho a ter jogo de cintura se perde a paciência a cada problema que aparece. Seu exemplo o fará compreender como ele deve agir quando acontece algo que não o agrada, por isso, não seja tão rígida em seus pontos de vista. No convívio familiar, é importante ter (e mostrar) tolerância. “Brigas constantes, gritos e agressões verbais demonstram a falta de jogo de cintura”, avisa Claudia.
Outro exercício, segundo Isabel, é contar para a criança um erro que você cometeu e o que você fez para remediá-lo. “Eu errei o nosso omelete. Agora a mamãe vai fazer o seguinte, vamos transformar isso em uma farofa”, exemplifica.


6. Respeito
Respeito com os mais velhos, com os “diferentes”, com os animais, com a vida... Ensinar a criança a respeitar os outros é a regra quando se fala em educação infantil.
Na prática: Não há um jeito específico para ensinar o que é respeito. O primeiro passo é respeitar também, permitir que a criança aprenda assistindo a seu exemplo. Depois, é preciso ouvir as queixas dos professores e educadores da escolinha e nunca não ignorá-las. Falar mal das pessoas na frente das crianças também prejudica o ensinamento. Por fim, é importante chamar a atenção da criança ao vê-la desrespeitando outras pessoas, os animais e também o meio ambiente.


Idade certa
Os valores acima podem parecer um pouco complicados, mas devem ser transmitidos, principalmente, por meio de suas atitudes (dando o exemplo) desde o nascimento das crianças:
- Até os 2 anos de idade, a criança constrói e elabora conhecimentos sobre a realidade.
- A partir dos 4 anos, ela sai do simbólico e vai para o intuitivo. Nessa fase, já troca experiências com outras pessoas.


- Após os 7 anos, ela já é capaz de estabelecer compromissos, compreende as regras e já consegue ser fiel a elas.


A vovó e a mamãe
Muitas vezes, a visão que a criança tem sobre o papel da avó e o da mãe fica conturbada exatamente porque a avó tende a tomar conta dos pequenos nos primeiros anos de vida, quando a mamãe volta a trabalhar. É preciso ter em mente que a avó não deve fazer o papel de mãe, mas também não se esqueça de que ela é mãe e tem experiência.
Por isso, é importante conversar com os avós sobre a forma como você quer educar seu filho. Deixe claro que a criança precisa deles tanto quanto precisa de você e aceite opiniões. Ainda assim, se a dinâmica não funcionar, vale adaptar seus horários para cuidar da criança ou até procurar creches e escolas que possuem os mesmos valores que você. Dessa maneira, você permite que a avó possa ser avó. “Nada mais gostoso do que a vovó ir buscar a criança na escola, levá-la para jantar e depois entregá-la para os pais”, conta Isabel.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

CONVITES DE ANIVERSÁRIO DE BONECA

Bom dia,



Estes convitinhos fofos eu fiz para a festa de aniversário de 1 aninho da Sofia. Sua festinha vai ser de Bonecas, o que combina perfeitamente com a aniversariante - uma bonequinha de porcelana!!!!









terça-feira, 15 de novembro de 2011

ESCARLATINA: DOENÇA DE PRIMAVERA




Comum na primavera, ela acomete, principalmente, crianças pequenas. A pediatra Wylma Hossaka, da Beneficência Portuguesa de São Paulo, esclarece as dúvidas mais frequentes sobre o assunto.

O que é escarlatina?
A escarlatina é uma doença infecto-contagiosa causada pela bactéria Estreptococo ß hemolítico do grupo A. Ocorre, principalmente, na primavera e se inicia, geralmente, com uma amigdalite aguda e com vermelhidão pelo corpo, decorrente da toxina eritrogênica que essa bactéria produz.


Como se dá o contágio?
A transmissão se dá através de contato direto com a saliva de pessoas doentes ou portadoras do estreptococo.

Quais são os sintomas?
Os sintomas são, inicialmente, os de uma amigdalite, com febre alta e dor na hora de engolir. Em seguida, o corpo fica vermelho – escarlate, daí o nome escarlatina. A pele fica áspera, lembrando casca de laranja, sendo que regiões como tronco e virilhas são sempre acometidas. Já as áreas ao redor da boca e plantas das mãos e pés são normalmente poupadas. Para completar, a língua fica com aspecto de framboesa. Ao final do quadro, pode ocorrer uma descamação, como se a pessoa estivesse trocando de pele.

Existe alguma faixa etária em que as crianças são mais suscetíveis?
A escarlatina pode se manifestar em até três episódios durante a vida, pois existem três cepas de estreptococos que produzem a toxina eritrogênica. O período de incubação geralmente é curto e poder variar de um a sete dias. A fase em que a doença é mais comum é no inicio da primavera e as crianças mais suscetíveissão aquelas em idade escolar.

Como é o tratamento?
O tratamento é feito à base de antibióticos. Vale lembrar que todo o medicamento deve ser prescrito pelo médico da criança.

Existe prevenção?
O ideal seria não ter contato com pessoas doentes, mas isso nem sempre é possível, já que a escarlatina pode não provocar sintomas. Há casos em que o portador nem sabe que está com escarlatina.

É indicado deixar a criança em casa e não mandar para a escola?
O período de transmissão permanece até 24 horas após o inicio da antibioticoterapia. Portanto, até lá a criança deve permanecer em casa. Lembre-se ainda de que, se o pequeno está com sintomas que sugerem um quadro de amigdalite, é melhor não ir para a escola.
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